terça-feira, 22 de junho de 2010

Preconceito ruim

O desabafo de Kaká
O principal astro da Seleção Brasileira acusa jornalista da Folha de S. Paulo de perseguição religiosa

do ARCAUNIVERSAL

O camisa 10 da Seleção Brasileira de futebol, Kaká, que está disputando a Copa do Mundo, na África do Sul, aproveitou uma coletiva de imprensa realizada nessa terça-feira, 22 de junho, em Johannesburgo, para responder às inúmeras críticas que vem recebendo do colunista do jornal Folha de S. Paulo e blogueiro do UOL, Juca Kfouri. Ele acusou o jornalista de perseguição, por conta dos seus hábitos religiosos, e de um suposto preconceito contra pessoas que professam a fé em Jesus Cristo.


“Há algum tempo, os canhões dele são disparados contra mim, não profissionalmente, mas de uma forma pessoal. Eu queria aproveitar para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião (evangélica), porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo”, afirmou o meio-campo.

Ele acrescentou que falava ainda em nome de milhões de brasileiros que, como ele, creem em Deus. “Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor] de Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo”.

O motivo da irritação do jogador, dessa vez, foi com relação a um artigo escrito pelo jornalista, na última segunda-feira, publicado na Folha de S. Paulo, no qual Kfouri especulava sobre a lesão do craque do Real Madrid. “Kaká desmentirá, assim como o médico da Seleção Brasileira. Mas o fato é que ele está sofrendo para jogar esta Copa do Mundo e pode, como Guga (o maior tenista brasileiro), até encerrar sua bela trajetória no futebol muito mais rapidamente do que gostaria”, dizia um trecho do texto.

Horas depois das declarações de Kaká, Kfouri fez alguns comentários sobre o assunto em seu blog. “Critico sim o merchandising religioso que ele e outros jogadores da Seleção costumam fazer, tentando nos enfiar suas crenças goela abaixo... Para quem não tem nada no púbis, como alegou (Kaká), por que cogitar tal hipótese (de fazer uma cirurgia depois da Copa do Mundo)? Talvez só Deus saiba. Como não acredito nele…”, escreveu.

Veja o vídeo da entrevista:


segundo o aurélio:
 Preconceito

s.m. Forma de pensamento na qual a pessoa chega a conclusões que entram em conflito com os fatos por tê-los prejulgado. &151; O preconceito existe em relação a quase tudo e varia em intensidade da distorção moderada a um erro total.

Porquê ainda temos que aturar isso em nosso país, uma nação onde está garantida na sua constituição a liberdade de culto e crença, pseudojornalistas que se acham donos da verdade absoluta e no direito de criticar a fé alheia? fale sobre o futebol de Kaká, mas não de sua fé, como formador de opinião deveria ter cuidado na forma como se expressa, desrespeitosa e preconceituosa, mas nada mais que isso pode ser esperar da folha de são paulo e de outros jornais ligados a família marinho, que a muito tempo é uma 'praga' que se aproveita dos bastidores do poder pra manipular a política e as mentes do povo com seus editoriais tendenciosos, foi assim desde a ditadura militar até os dias atuais, o povo não esqueceu o episódio collor de melo e outras cosnpirações em nome da manuntenção do monopólio da informação, mas o povo não é bobo abaixo a rede globo, a resposta disso é o crescimento de outras emissoras e a decadência do grupo marinho, quem não assitiu ainda o documentario da BBC !além do cidadão Kanes,  documentário de 1993 que revela os bastidores da manipulação da notícia pela poderosa emissora brasileira e que foi proibido no Brasil, porquê será? seu poder se estende até as mais altas cortes de justiça do país e se alastra como um câncer sobre a democracia.

Ricardo Ramalho Lins

Veja o vídeo "todo cidadão brasileiro deveria ver esse vídeo".




Além do Cidadao Kane1:33:02 - 4 anos atrás


Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pela BBC de Londres - proibido no Brasil desde a estréia, em 1993, por decisão judicial - que trata das relações sombrias entre a Rede Globo de Televisão, na pessoa de Roberto Marinho, com o cenário político brasileiro. - Os cortes e manipulações efetuados na edição do último debate entre Luiz Inácio da Silva e Fernando Collor de Mello, que influenciaram a eleição de 1989. - Apoio a ditadura militar e censura a artistas, como Chico Buarque que por anos foi proibido de ter seu nome divulgado na emissora. - Criação de mitos culturalmente questionáveis, veiculação de notícias frívolas e alienação humana. - Depoimentos de Leonel Brizola, Chico Buarque, Washington Olivetto, entre outros jornalistas, historiadores e estudiosos da sociedade brasileira. "Todo brasileiro deveria ver Além do Cidadão Kane"

domingo, 20 de junho de 2010

Que venha os Franceses!!!

Venceu e quase convenceu!!!

A seleção jogou bem, venceu, mas mostrou deficiências que se exploradas por equipes mais fortes podem complicar, até agora sofremos dois gols, mas que podiam ser evitados, falha de marcação infantil como no caso do gol de Drogba. Os gols estão chegando, apesar dos caras terem apelado pra pancadaria, bastava Kaká tocar na bola ou sem ela, que eles vinham pra quebrar, imaginem se o juiz de hoje fosse aquele que apitou Alemanha no meio da semana e expulsou Klose, teríamos umas três expulsões no mínimo, no caso do Kaká o maior erro não foi dele, mas de Dunga que não sacou ele quando podia, certo que o Brasil está praticamente garantido nas oitavas, mas seria importante a atuação de Kaká até pra que seu futebol evoluisse mais ainda, pois a seleção vai precisar muito dele. Mas vamos na torcida pelo Hexa, pois o Brasil já mostrou que é time de chegada, o Elano é um dos que mais eu criticava, mas tá calando a minha boca e decidindo pra seleção, é isso que importa, não basta ser o melhor de mundo e na hora h pipocar como Los Hermanos, pode esperar essa argentina é fogo de palha, não resta dúvida que tem jogadores de qualidade indiscutível, mas tem uns perna de pau que não jogam nem no meu time de pelada, mas vamos tocar o barco pois tudo indica que o Brasil pega a Espanha nas oitavas, aí a parada é dura, mas confio no peso da amarelinha.


Ricardo R. Lins

sábado, 19 de junho de 2010

Recesso!!!

A quem não tive a oportunidade, desejo um bom recesso a todos da turma de Direito 2010.1 noite, e aos nossos professores...

Aproveitem bem!! Mas com responsabilidade!!

Dá uma conferida no Blog, pois nesses dias vou ter mais tempo de postar diariamente.

Um abraço...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Iniciativa popular

Ficha limpa vale para condenados antes da publicação da lei, diz TSE


Publicação no Diário Oficial foi no dia 7 de junho, após sanção de Lula.


Lei torna inelegíveis políticos condenados em decisão colegiada.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (17) que a lei da ficha limpa torna inelegíveis também os políticos condenados antes do dia 7 de junho, data em que a nova norma foi publicada no Diário Oficial da União, após ser sancionada pelo presidente Lula Inácio Lula da Silva.
A lei, que vale já para as eleições deste ano, determina que políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos não poderão ser candidatos no pleito de outubro. O entendimento deverá agora ser adotado pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de todo o país, segundo o TSE.

A posição do TSE, definida por 6 votos a 1, é uma resposta à consulta feita pelo deputado federal Ilderley Cordeiro (PPS-AC) sobre a aplicação da ficha limpa. Na consulta, o deputado fez seis perguntas sobre a aplicação da lei.

O verbo ‘forem’ tem sido usado na linguagem jurídica para designar possibilidade, e não o tempo verbal futuro. A locução ‘que forem’ não exclui candidatos já condenados"Ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior EleitoralO relator da consulta, ministro Arnaldo Versiani, votou pela aplicação da norma da ficha limpa para políticos condenados antes da vigência da lei. Ele citou decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF) nas quais a inelegibilidade não foi considerada uma pena e, portanto, pode ser aplicada a fatos anteriores à vigência da lei.

“Temo que a antecipação de crivo pelo TSE acabe por encomendar uma missa de sétimo dia relativamente a essa lei. Continuo convencido de que a centralização e a queima de etapas não conduzem ao aprimoramento jurídico e ao avanço cultura”, disse o ministro.



Caso a caso

Em resposta a outro questionamento do deputado, o TSE definiu ainda que a lei da ficha limpa pode agravar a punição de políticos condenados antes da publicação da norma.

A lei prevê que o político que renunciar ao mandato quando já houver representação ou pedido de abertura de processo contra ele ficam inelegíveis pelo período que resta do mandato mais oito anos. Antes, o período de inelegibilidade ia de 3 a 8 anos.

No entanto, a possibilidade de ampliação do período de inelegibilidade para políticos condenados, que não podem mais recorrer da decisão, será analisada caso a caso pela justiça eleitoral no momento do registro da candidatura,s egundo o TSE.

Aprovação

O projeto ficha limpa surgiu da iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que reuniu mais de 1,6 milhão de assinaturas de eleitores desde o lançamento da proposta, em setembro do ano passado. O projeto foi o quarto de iniciativa popular a virar lei.

Temo que a antecipação de crivo pelo TSE acabe por encomendar uma missa de sétimo dia relativamente a essa lei. Continuo convencido de que a centralização e a queima de etapas não conduzem ao aprimoramento jurídico e ao avanço cultura"Ministro Marco Aurélio Mello, que se manifestou contra a validade retroativa da ficha limpaA aprovação do projeto pelo Senado causou polêmica por conta de uma emenda do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), acatada pelo relator, Demóstenes Torres (DEM-GO), que substituiu a expressão "tenham sido condenados" por "que forem condenados”, ao tratar de quem seria alcançado pela lei. A intenção, segundo os senadores, era padronizar o projeto, que já trazia nas outras alíneas expressões com o tempo verbal no futuro.

Apesar de não constar da consulta ao TSE, o relator Arnaldo Versiani comentou a emenda do senador Francisco Dornelles. “Considero irrelevante saber o tempo verbal aplicado pelo legislador complementar. Pouco importa o tempo verbal. As novas disposições atingirão a todos que, no momento do registro da candidatura, incidirem em alguma causa de inelegibilidade”, disse o ministro em seu voto.

O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, acompanhou o voto do relator e defendeu que a emenda aprovada no Senado não alterou o alcance da lei. “O verbo ‘forem’ tem sido usado na linguagem jurídica para designar possibilidade, e não o tempo verbal futuro. A locução ‘que forem’ não exclui candidatos já condenados”, argumentou o presidente do TSE.

Único a votar contra a aplicação retroativa da ficha limpa, o ministro Marco Aurélio Mello entendeu que a proibição de se candidatar trata-se de uma pena e, por isso, não poderia ser aplicada por uma lei que não existia na época da condenação. Para ele, uma lei nova não pode reger eventos cometidos no passado.

No início do julgamento, o ministro voltou a considerar que esse tipo de consulta não deveria ser respondido pelo TSE, uma vez que já houve o início das convenções partidárias para a escolha de candidatos.

Débora Santos


Do G1, em Brasília


Qual a sua opinião? Comente...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Morumbi fora da copa


Morumbi está fora da Copa 2014


CBF confirma que o estádio do São Paulo não faz mais parte dos planos para a organização da Copa 2014. Arena da Baixada segue ameaçada
 
O Comitê Organizador Local confirmou nesta quarta-feira, em nota divulgada no site oficial da CBF, que o Morumbi está fora do Mundial 2014. Segundo a nota, o Comitê da Cidade de São Paulo não entregou as garantias financeiras do projeto que havia sido aprovado pela Fifa no dia 14 de maio.




Na segunda-feira, o São Paulo havia apresentado as garantias financeiras para realizar obras no Morumbi para a Copa de 2014. No entanto, o clube não adotou o projeto completo, que custaria em torno de R$ 630 milhões e acataria todas as exigências da Fifa. O Tricolor apostou em um plano mais simples, com custo total de R$ R$ 265.423.497,00. Porém, o Comitê Local informou que não vai analisar o novo projeto.



- Fico triste que a novela do Morumbi tenha esse desfecho, depois de meses de debate, meses de projeto e de um esforço que o governo fez para viabilizar o orçamento. É inexplicável a situação de São Paulo, a maior cidade do Brasil. Agora a palavra é do comitê paulista, que tem de arrumar uma alternativa para não ficar fora de um evento que vai mobilizar o país – disse o ministro do Esporte Orlando Silva.



O ministro disse ainda que vai aguardar a reação do comitê paulista sobre o assunto.



- Vou ter uma conversa com o Comitê Local, o Ricardo Teixeira e a Fifa para analisar, mas é evidente que a manifestação da Fifa vai exigir um posicionamento do comitê paulista – acrescentou o ministros dos esportes.



O ministro também negou que a Arena da Baixada esteja descartada, mas deu um alerta para o comitê paranaense e para o Atlético/PR.



- A diferença do Paraná para o Morumbi é que o projeto continua valendo. O problema lá é de viabilidade econômica. O prefeito e o governador me garantiram que há uma ideia de fazer naming rights (venda do nome do estádio para um patrocinador), mas o Atlético-PR não gostou. Quem pagar para ver, pode ver demais. Curitiba precisa prestar atenção, tomar cuidado e encaminhar uma solução



Confira o comunicado oficial:



Não foram entregues ao Comitê Organizador Local da Copa do Mundo 2014 (COL), por parte do Comitê da Cidade de São Paulo, as garantias financeiras referentes ao projeto do Estádio do Morumbi aprovado pelo COL/FIFA no dia 14 de maio de 2010.



O Comitê da Cidade de São Paulo enviou ao COL um sexto projeto, que não será examinado.



Sendo assim, fica excluído do projeto da Copa do Mundo de 2014 o Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi.

Jaaabuulaaaaniii!!!! ZEBRA?

Antes de tudo... caaalaaa a booocaaa Gaaalvãoo!!!!

Bom futebol, mas cadê o gol, Fúria?

A Espanha é a típica seleção que parece sempre destinada a colocar os pés em uma Copa do Mundo para deixar mais perguntas do que respostas. O que acontece com a Fúria quando a chapa esquenta? De que serve tanto talento e tão pouco resultado? Algum dia será realmente possível ver esse país conquistar o mundo? No que depender da Suíça, não. Com um sistema defensivo muito bem armado, o time surpreendeu positivamente o planeta com uma vitória por 1 a 0, nesta quarta-feira, em Durban. E mais: são oito horas sem sofrer gols em Copas. Em 2006, fez quatro jogos e saiu intacta (foi eliminada nas oitavas, nos pênaltis). Os espanhóis voltam a lidar com seu maior trauma em um Mundial: prometer muito e cumprir pouco.


Gelson Fernandes, nascido em Cabo Verde, fez o gol da maior zebra que circulou pela Copa do Mundo na primeira rodada. A Espanha foi muito superior, controlou o jogo todo, mostrou um futebol vistoso, mas jamais conseguiu furar a forte defesa adversária. Foi a primeira vez na história em que a Suíça bateu a Espanha. “Um dia vai acontecer”, havia dito o técnico Ottmar Hitzfeld um dia antes da partida.

Com o resultado, a Suíça é líder do Grupo H da Copa do Mundo, ao lado do Chile, que bateu Honduras pelo mesmo placar horas antes. A Fúria volta a campo na segunda-feira, dia 21, em Joanesburgo, contra os hondurenhos. Os suíços, no mesmo dia, enfrentam os chilenos.
Em algum ponto da constituição espanhola deve estar escrito que é proibido tirar a bola do chão. Balões, bicos para longe, lançamentos lotéricos, tudo isso só é liberado em casos de urgência extrema. A verdade é que essa Espanha joga o melhor tipo de futebol: aquele que une técnica com organização, que casa o talento com a dinâmica.




Está na matemática a explicação para o jogo da Espanha no primeiro tempo contra a Suíça. Com Busquets, Xavi, Xabi Alonso, Iniesta e David Silva, a Fúria não tem cinco jogadores no meio: são dez, são 15, são múltiplos. Eles não se aquietam, não criam moradia em alguma parte específica do campo. A turma de Vicente del Bosque se movimenta como se tivesse formigas dentro dos meiões.



Foi por tudo isso que só deu Espanha no primeiro tempo. Mas faltou algo. Pior: faltou o principal. Cadê o gol, Fúria?



Faltou efetividade a uma Espanha amplamente dominadora na etapa inicial. Houve repetidas chances de gol, mas elas não foram das mais claras. Uma boa infiltração de David Villa, chutes cruzados de David Silva e Sérgio Ramos, tentativa de longe de Iniesta, nada de muito assustador. Chance boa mesmo, daquelas de levantar a torcida, só aos 23 minutos. Iniesta acionou Piqué na área. O zagueiro cortou Grichting e mandou o chute. O goleiro Benaglio saiu bem para abafar.



A Suíça não conseguiu atacar. Com aquele mesmo jeitão de quem não levou um gol sequer em quatro jogos na Copa de 2006, soube segurar a onda espanhola. A única oportunidade de gol do time treinado por Ottmar Hitzfeld foi em cobrança de falta de Ziegler. Casillas caiu bem para defender. No fim, o que mais chamou a atenção nos suíços no primeiro tempo foi a lesão de Senderos. O zagueirão se machucou após dividida com Lichtsteiner. Não teria nada de excepcional no lance se o tal do Lichtsteiner também não fosse suíço...



Senderos saiu de campo desolado, incrédulo com o que estava acontecendo. De fora, viu a Espanha seguir pressionando. Villa, em arrancada pela esquerda, fez Von Bergen quase chegar a Zurique com um carrinho todo atrapalhado. Na hora da conclusão, o atacante do Valência tentou encobrir Benaglio, mas errou o alvo. Cadê o gol, Fúria?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Hexa Brasil!!!



COMEÇA HOJE...
TODOS JUNTOS NA TORCIDA PELO HEXA!!


Em Joanesburgo, Brasil inicia corrida pelo ouro contra a Coreia do Norte


Em busca do hexa, seleção estreia na Copa do Mundo da África do Sul às 15h30m desta terça-feira contra adversário misterioso

Por Daniel Lessa e Rafael Pirrho

Direto de Joanesburgo, África do Sul



imprimir Se para europeus e norte-americanos a corrida ao ouro em solo sul-africano começou em 1886, para os brasileiros é hoje o dia. Surgida após a descoberta do metal precioso no fim do século XIX, Joanesburgo é o terreno onde a seleção brasileira iniciará sua luta pelo troféu mais cobiçado do futebol mundial: a taça da Copa do Mundo.



O Brasil dá o pontapé inicial para recuperar a taça mais valiosa do futebol mundial contra a misteriosa Coreia do Norte às 15h30m (20h30m no horário sul-africano) no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.


15/06/2010 08h25 - Atualizado em 15/06/2010 08h38


Em Joanesburgo, Brasil inicia corrida pelo ouro contra a Coreia do Norte

Em busca do hexa, seleção estreia na Copa do Mundo da África do Sul às 15h30m desta terça-feira contra adversário misterioso

Por Daniel Lessa e Rafael Pirrho

Direto de Joanesburgo, África do Sul
imprimir Se para europeus e norte-americanos a corrida ao ouro em solo sul-africano começou em 1886, para os brasileiros é hoje o dia. Surgida após a descoberta do metal precioso no fim do século XIX, Joanesburgo é o terreno onde a seleção brasileira iniciará sua luta pelo troféu mais cobiçado do futebol mundial: a taça da Copa do Mundo.
O Brasil dá o pontapé inicial para recuperar a taça mais valiosa do futebol mundial contra a misteriosa Coreia do Norte às 15h30m (20h30m no horário sul-africano) no estádio Ellis Park, em Joanesburgo.
São cinco quilos de ouro 18 quilates cobiçados por 32 seleções. Mas, ao contrário dos estrangeiros que desembarcaram no local há 124 anos em busca de recompensa financeira, o time de Dunga está interessado apenas no valor simbólico do troféu. Para o Brasil, a conquista significará a coroação do melhor futebol mundial pela sexta vez, a manutenção da hegemonia no reino da bola. Nada melhor do que tirar o objeto da Itália, atual campeã, com quatro conquistas, e a única que ameaça o domínio verde-amarelo.
O solo africano tem sido generoso com o Brasil. Na África do Sul, a seleção jogou sete vezes e ganhou todas. No ano passado. a equipe conquistou a Copa das Confederações com uma virada marcante sobre os EUA: venceu por 3 a 2 após sofrer o 2 a 0. Além disso, levando em conta todo o continente africano, a seleção também tem retrospecto 100%: 18 vitórias em igual número de partidas.
Sem problemas médicos para a estreia, Dunga escalará o que considera sua força máxima para o confronto contra os norte-coreanos. Apesar de não haver surpresa, há uma curiosidade: o Brasil estreia com um time que jamais atuou junto. Como Michel Bastos ganhou a vaga no apagar das luzes, será a primeira vez, oficialmente, que esses 11 jogadores formarão uma equipe.
Porém, nem todos estarão 100% fisicamente. Kaká, que se recuperou recentemente de uma lesão na coxa esquerda, está confirmado e é a principal força ofensiva no meio-campo. Mas ele mesmo admite que não sabe quanto tempo vai resistir.
- Não sei quanto tempo vou aguentar. Espero ficar até o fim. Mas chego muito bem, fiz tudo o que podia para estar pronto para a estreia.

Julio Cesar, que machucou as costas no amistoso contra o Zimbábue, no último dia 2, está confirmado. E disposto a provar que seu problema não é tão grave, apesar de ter perdido alguns dias de treino para cuidar da contusão
.- O que ocorreu contra o Zimbábue não foi nada grave. Eu sabia que teria condições de atuar na estreia da seleção. Estou 100%.
Para Dunga, é o momento de pôr a prova todo seu trabalho. Contratado após o fiasco na Copa da Alemanha, em 2006, ele foi chamado para mudar a imagem da seleção, que ficou associada à falta de comprometimento de alguns craques e ao carnaval na preparação em Weggis, na Suíça.
O treinador sabe que tudo que conquistou (Copa América, Copa das Confederações e primeiro lugar nas eliminatórias para o Mundial) de nada valerá em caso de fracasso.
- Agora é a hora da verdade. O que mais chama atenção é que o que aconteceu nas eliminatórias conta pouco. A Alemanha, tão criticada, fez quatro gols ontem. Quem tiver equilíbrio vai apresentar um bom futebol. O Japão também era cobrado, foi lá e ganhou (vitória por 1 a 0 sobre Camarões).
Coreia do Norte: um adversário fechado de todas as maneiras
Sobre o rival, uma análise muito breve
- Esperamos um time compacto. Eles têm três jogadores que atuam fora do país, o que os ajuda bastante. É um time que joga fechado e sai em velocidade. Nós vamos ter que achar uma forma de superar isso.
O comandante brasileiro tem razão. A Coreia do Norte é tão fechada que pouco se sabe de seu time. Os treinos na África do Sul só contavam com a presença da imprensa nos 15 primeiros minutos, mesmo assim por ser uma exigência da Fifa.

Mas, apesar de ser um confronto entre a melhor e a pior seleção da Copa, de acordo com o ranking da Fifa (o Brasil lidera a lista, com os norte-coreanos em 105°), o treinador Kim Jong Hun aposta na concentração de seus jogadores. E ele não teve preocupação em manter a boca fechada: para ele, sua equipe pode surpreender.

- O Brasil é favorito, mas no poder mental nós podemos equilibrar o jogo e até ganhar. Meus jogadores não devem nada a nenhuma equipe do mundo, garanto que poderiam estar no futebol europeu porque têm a mesma capacidade dos outros - destaca Hun.

Apesar de ser uma ditadura socialista, o futebol norte-coreano já tem mostras de globalização: três jogadores atuam fora do país. O camisa 10, Hong Yong Jo, é do modesto FK Rostov, da terceira divisão russa. Outros dois atuam no futebol japonês, incluindo o centroavante Jong Tae Se, chamado de "Rooney da Coreia do Norte".

Com 16 gols em 24 partidas, ele é a grande esperança de gols da seleção. Uma das poucas, aliás, de um time que se mostrou muito defensivo em seus amistosos preparatórios. Longe de sonhar com o ouro, nas costas do camisa 9 está o peso de levar o país à segunda fase da Copa do Mundo depois de 44 anos.

Jong Tae Se assume a responsabilidade e promete três gols na primeira fase do Mundial.

- Nós podemos vencer o Brasil. Será um jogo muito difícil, mas temos um coração valente e um espírito forte. Corações valentes fazem milagres - aposta o atacante

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Absurdo é pouco


Bebê que toma cerveja choca os Estados Unidos



A imagem do menino, que aparece sentado entre dois adultos e virando uma garrafa de cerveja na boca durante uma partida de beisebol, foi divulgada pela imprensa do país e chocou os americanos. A polícia está em busca dos pais da criança.



Veja o vídeo:

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Todos pelo fim da MGF!!!




A 25 de Outubro de 1998, uma notícia no jornal espanhol El Mundo alertava para a estatística de que a cada minuto que passava 4 meninas, no mundo, eram vítimas da mutilação total ou parcial dos seus genitais...

Baseado em dados da Amnistia Internacional (AI), era revelado que esta situação, em países como o Egipto, atingia 97% das mulheres.



A mutilação genital é levada a cabo por parteiras ou por mulheres idosas da comunidade designadas de matronas, que utilizam objectos cortantes, como lâminas ou pedaços de vidro. As meninas são submetidas a uma operação sem quaisquer tipos de anestesia e preparação sanitária ou médica, os objectos chegam a ser utilizados por diversas vezes sem que sejam esterilizados.

Em alguns países, tem vindo progressivamente a aumentar o número de profissionais ligados à saúde a praticar a circuncisão feminina. No Egipto, por exemplo, resultados de um inquérito de 1995 mostram que 13% das mulheres haviam sido circuncisadas por um médico.

Segundo a AI, actualmente vivem no mundo 135 milhões de mulheres com os seus genitais mutilados e cada ano que passa mais 2 milhões sofrem o mesmo, o que significa um ritmo de quase 6 mil operações deste tipo por dia, uma a cada 15 segundos...

Esta operação, segundo a investigação da AI, realiza-se em 29 países de África e 3 do próximo Oriente, assim como em comunidades de emigrantes por todo o mundo.


Em 1992, o Grupo Internacional dos Direitos das Minorias publicou “Female Genital Mutilation: Proposals for a change”, um relatório detalhado sobre a prática, os problemas e como evitar a excisão – “Hoje em dia, em África as vozes das mulheres estão a levantar-se contra as mutilações genitais ainda praticadas em bebés, meninas e mulheres. Estas vozes pertencem a umas poucas mulheres que, desde o norte da Arábia até ao Corno de África e através da África Ocidental, continuam a manter uma estreita ligação com a sua identidade e herança, mas estão preparadas para as desafiar quando as práticas tradicionais põem em perigo a sua vida e a sua saúde”[1].


Neste ano era calculado “que 110 milhões de mulheres são vítimas de ferimentos graves chegando a pôr em risco a sua vida resultado de MGF, (...). A escala da prática é enorme; todos os anos cerca de 2 milhões de meninas são mutiladas”.


As estimativas de então apontavam para que “a MGF ocorre em cerca de 20 países em África, partes da Ásia e do Médio Oriente e em comunidades imigrantes em outras regiões, por exemplo, na Europa”. “É normalmente feita pelas mulheres mais velhas da aldeia ou por uma parteira tradicional. Existem poucos relatórios de mutilações efectuadas por médicos ou enfermeiras ou no hospital”. “Nunca se utiliza qualquer anestésico, excepto no hospital. Normalmente a criança é mantida em baixo por uma mulher deitada debaixo dela que lhe prende os braços e pernas ou por mulheres da aldeia”.

Tanto a cirurgia tradicional genital como a moderna são efectuadas em diferentes sociedades por um variado número de razões médicas, cosméticas, psicológicas e sociais. Os procedimentos cirúrgicos incluídos na definição de MGF deste trabalho estão limitados aos rituais feitos exclusivamente por motivos culturais e tradicionais em crianças ou jovens mulheres, muitas vezes sem o seu consentimento ou sem o total entendimento das consequências desta operação.




A MGF é encarada, principalmente, como uma cerimónia de passagem da infância para a idade adulta e, tal como já referimos anteriormente, varia entre os 4 e os 14 anos de idade e de área para área. Por exemplo, no sul da Nigéria a MGF é praticada em bebés nos seus primeiros meses de vida, enquanto no Uganda é efectuada em jovens e mulheres adultas.

É difícil resumir o significado cultural desta prática em poucas frases porque as culturas em que ocorre são muito diversas. As razões e significados centram-se, essencialmente, em definições sociais de feminilidade e em posturas relativas à sexualidade das mulheres, tal como descrevemos nos argumentos a favor desta prática.


Embora muitas destas sociedades reconheçam os efeitos negativos da mutilação genital na obtenção de prazer sexual nas mulheres, a preservação da castidade nem sempre é o objectivo. No Egipto, Somália e Sudão, por exemplo, sexo fora do casamento é completamente inaceitável e a MGF é usada para garantir que tal não ocorre. No Quénia, Uganda e países da África ocidental como a Serra Leoa, uma adolescente pode ter uma criança fora do casamento como prova da sua fertilidade, depois sujeitar-se a mutilação genital e casar a seguir.


Para uma mãe, numa sociedade em que existe pouca viabilidade económica para as mulheres fora do casamento, assegurar que a sua filha se sujeite a mutilação genital, enquanto criança ou adolescente, é um acto de amor com vista a garantir o casamento. Devido à natureza muito privada desta prática, a operação é realizada a pedido da família e aprovada pela sociedade como parte da sua identidade cultural. As razões desta prática estão profundamente enraizadas na psicologia do indivíduo, sentido de lealdade para a família e crença num sistema de valores.



Continua a haver controvérsia sobre o uso dos termos circuncisão feminina e mutilação genital feminina para descrever os procedimentos usados. Circuncisão feminina aparece em relatos de exploradores e missionários em África no século XIX e continuou a ser usada até à década de 1980. O termo MGF, usado a partir da década de 80, foi adoptado pelo Comité Inter-Africano de Práticas Tradicionais que Afectam a Saúde de Mulheres e Crianças durante um seu encontro regional em 1989.

O termo circuncisão feminina significa do ponto de vista médico a remoção de pele do clítoris e é extremamente difícil de efectuar em jovens meninas, sendo que qualquer forma mínima desta circuncisão pode afectar a normal função sexual da criança. Mas o uso corrente deste termo refere-se à descrição de rituais em que se corta parte dos genitais por razões culturais ou religiosas.



As formas mais comuns destes rituais envolvem a amputação parcial ou total do clítoris e lábios menores, o que resulta em danos físicos irreparáveis e aumenta o risco de complicações para a saúde. É por causa da severidade e irreversibilidade do dano infligido no corpo da rapariga que este procedimento é denominado MGF. Este é o termo correntemente usado em todos os documentos oficiais das Nações Unidas e de conferências mundiais.


-Descrição dos diferentes tipos de MGF:




Tipo I

na forma mais comum deste procedimento o clítoris é seguro entre o dedo polegar e indicador, puxado para fora e amputado com um corte de um objecto afiado. O sangue é estancado através de gazes ou outras substâncias e é aplicado um penso. Os praticantes mais modernos poderão aplicar um ou dois pontos na zona do clítoris para parar a hemorragia.



Tipo II

a principal diferença neste tipo é gravidade do corte. Usualmente o clítoris é amputado e os lábios menores são removidos total ou parcialmente, muitas vezes com um mesmo golpe. O sangue é estancado com ligaduras ou com alguns pontos, que podem ou não cobrir parte da abertura vaginal.

Os tipos I e II correspondem geralmente a 80-85% de toda a MGF, embora a proporção varie grandemente de país para país.



Tipo III

é a forma mais extrema e consiste na remoção do clítoris e lábios menores, juntamente com a superfície interior dos lábios maiores. Os lábios maiores são unidos através de pontos ou espinhos/picos e as pernas são atadas durante 2 a 6 semanas. É deixada uma pequena abertura para permitir a passagem de urina e sangue menstrual (tem normalmente 2-3 cm de diâmetro, mas pode chegar a ser tão pequena como a cabeça de um fósforo).

Se depois da infibulação a posterior abertura for suficientemente grande, a mulher poderá ter relações sexuais depois da gradual dilatação, que pode demorar semanas, meses ou, em alguns casos, tanto tempo como 2 anos.

Se a abertura for demasiado pequena, tradicionalmente recorre-se à defibulação antes de se ter relações sexuais, normalmente efectuada pelo marido ou um parente feminino usando uma faca ou pedaço de vidro. Alguns casais podem procurar a assistência de profissionais treinados de saúde, embora tal seja feito em segredo, porque pode diminuir a imagem social de virilidade do homem.

Em quase todos os casos de infibulação, é necessário recorrer a defibulação durante o parto para permitir a saída do feto e, para tal, é essencial a ajuda de uma parteira pois podem ocorrer complicações para a mãe e/ou o feto.

Tradicionalmente, a re-infibulação é feita após a mulher dar à luz. Tal é feito para criar a ilusão de virgindade, já que uma pequena abertura vaginal é culturalmente entendida como capaz de dar maior prazer ao homem. Devido aos cortes e suturas repetidos, as consequências físicas, sexuais e psicológicas da infibulação são maiores e mais duradouros do que os outros tipos de MGF.

A defibulação é praticada por motivos como problemas de saúde (é a razão mais comum), entre o casamento e a sua consumação e durante o parto. Além destes casos, apenas excepcionalmente as mulheres praticam a defibulação.


Religião e MGF




Apesar de se praticar em muitos países de maioria muçulmana como o Egipto, Sudão, Somália, Senegal, Gâmbia, Mali a MGF não é um costume exclusivamente muçulmano pois também é praticada por comunidades animistas, cristãs, judias.



“A MGF é mais antiga que o surgimento do Judaísmo, Islamismo e Cristianismo”[22] por isso é fácil apercebermo-nos da profundidade das raízes culturais que tal sistema produz.

O Judaísmo e o Cristianismo implantaram as suas ideologias e, com elas, as práticas de circuncisão feminina espalharam-se pelo Sudão, Egipto, Eritreia, Somália e África.

A circuncisão feminina ainda é praticada em parte pela influência que as crenças ancestrais africanas exercem sobre a prática religiosa dos habitantes destes países.

Prática pode ser eliminada numa geração


UNICEF: mutilação genital feminina afecta três milhões por ano
A excisão pode ser evitada através de uma mudança de mentalidades. A UNICEF revelou que três milhões de meninas na África e no Médio Oriente são sujeitas a mutilação genital todos os anos, defendendo que esta prática pode ser eliminada "no espaço de uma geração".

Ofensa grave aos Direitos Humanos
 
A Mutilação Genital Feminina é um costume sócio-cultural que causa danos físicos e psicológicos irreversíveis, e ainda, é responsável por mortes de meninas. Pode variar de brandamente dolorosa a horripilante, e pode envolver a remoção com instrumentos de corte inapropriados (faca, caco de vidro ou navalha) não esterilizados e raramente com anestesia. Viola o direito de toda jovem de desenvolver-se psicossexualmente de um modo saudável e normal. E, devido ao influxo de imigrantes da África e do Médio Oriente na Austrália, no Canadá, nos EUA e na Europa, esta mutilação de mulheres está se tornando uma questão de Saúde Pública. Algo que não se deve desconsiderar são os custos do tratamento contínuo das complicações físicas resultantes e os danos psicológicos permanentes. Têm-se promulgado leis para ilegalizar e criminalizar esse costume. Embora muitos códigos penais não mencionem directamente os termos Circuncisão Feminina ou Mutilação Genital Feminina, é perfeitamente enquadrado como uma forma de "abuso grave de criança e de lesão corporal qualificada". Vários organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), tem envidado esforços para desencorajar a prática da mutilação genital feminina. A Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, considera-a um ato de tortura e abuso sexual.
 
Problemática sócio-cultural

                              Khady Koita – Mutilada
Todos os anos cerca de 2 milhões de meninas africanas sofrem graves mutilações em seus órgãos genitais. A chamada circuncisão feminina ou excisão tem respaldo cultural e aquiescência social há milênios em países africanos e árabes, e, apesar de intensas campanhas internacionais contra sua prática, vem se espalhando pela Europa e América, devido aos movimentos migratórios. “Mutilada”, de Khady Koita, é o relato de uma mulher senegalesa que passou pelo doloroso processo aos 7 anos de idade e de seu crescimento pessoal, que a levou à presidência da Euronet- FGM, a rede européia de prevenção das mutilações genitais femininas.
Curiosidade Sobre a MGF

"Segundo uma tradição, depois da primeira menstruação, todas as jovens devem submeter-se à circuncisão feminina. Isto ocorre numa grande festividade.




Durante um ano a família planta comida e cria animais para serem sacrificados nesta ocasião. A festa dura uma semana. A MENINA é mantida isolada e com uma dieta alimentar especial. Depois é adornada e pintada. O primeiro passo é o corte do cabelo, a primeira vez na sua vida. Durante vários dias a comunidade canta e dança animadamente. No último dia a jovem junta-se a todos, esta permanece no meio das mulheres que a seguram. As mulheres tentam embriagar a jovem, depois desta embriagada a ponto de perder os sentidos, quatro mulheres levam-na para uma casa e as suas pernas são amarradas a paus de madeira estendidos sob uma esteira no chão. A especialista no corte amarra uma faixa bem apertada em volta da cintura da noviça. Com uma faca própria para este acto, ela desfere o golpe final. O clitóris e pedaços de cabelo são guardados escondidos e tornam-se objectos de tabu. Segundo dizem, no clitóris não fica um buraco, mas sim um espaço liso."

Este vídeo foi produzido por mim e minha equipe (Albanyse, Magnolia, Madalena, Karol, Elaine, Noemia e Sarah) para um seminário de metodologia.
 



A Mutilação Genital Feminina é considerado no mundo ocidental um dos grandes horrores do continente africano. A sua prática está cercada de silêncios e é vivida em segredo. Manifestar-se contra esse costume é difícil e, às vezes, perigoso para mulheres ou homens que se opõem. Em muitos casos, são acusados de ser contra as tradições ancestrais - dos valores familiares, tribais, e mesmo de rejeitar seu próprio povo e sua identidade cultural.



Milhões de pessoas bem intencionadas são desinformadas o que as levam a crer que a Mutilação Genital Feminina é benéfica. A educação e o diálogo são a única maneira de realmente combater os conceitos errados e a superstição. Para a cultura ocidental uma forma de mudar esta mentalidade é educar as mulheres mais velhas que perpetuam esse costume, bem como dos homens mostrando os danos físicos e psicológicos. Normalmente, é o pai que paga para a realização da "cirurgia", para que possa casar suas filhas com homens que não aceitam mulheres incircuncisas. Outro motivo da continuação desse ritual é que é uma importante fonte de rendimento para os que a realizam. Mesmo quando médicos a realizam em algumas clínicas, na tentativa de evitar que as meninas sofram os riscos e traumas resultantes de ablações anti-higiénicas e sem anestesia, todavia, ainda assim para o ocidente considera-se que se trata de mutilação genital feminina.

Obras publicadas sobre o tema

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Sorte ou azar?





Sorte ou Azar?

Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada, do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesse dia, passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho.

Exultante, o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: “Seu filho é de sorte!” “Por quê?”, perguntou o pai. “Ora”, disse ele, “seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, comentou o pai.

O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: “Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, repetiu o pai.

O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: “Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, responde novamente o pai.

Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: “Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna.” “Pode ser sorte ou pode ser azar!”, insiste o pai.

Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: “Seu filho é de sorte!”

Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.

Conta com a sorte.
Em geral as pessoas atribuem o sucesso ou fracasso à sorte ou à falta dela. É uma maneira de pensar que simplesmente bloqueia a criatividade, a inovação, a ação diante dos desafios oferecidos pela vida.

“Quem espera pela sorte, anda junto com o azar.”

Surpreendente!!!

Imperfeitamento Belo!!! vídeo que recomendo a todos!!!

Vídeo do Seminário de Márcia na íntegra

Pra galera que não pode ver o vídeo do seminário de metodologia na íntegra... /MGF

Vale a pena ver de novo!!!

Deus existe


Deus existe!!!



Para os ateus de plantão!!!


Um homem foi a uma barbearia cortar o seu cabelo, E iniciou um diálogo com a pessoa que o atendeu. Rapidamente começaram a


falar sobre tema de Deus.



O barbeiro diz:

Eu não acredito que Deus exista, como você disse.



Porque diz você isso? –

pergunta o cliente…



O barbeiro começa a discorrer:

É muito fácil, ao sair nas ruas nós percebemos

que Deus não existe.

O…diga-me, por acaso se Deus existisse:

Haveria tantos doentes?

Haveria meninos abandonados?

Se Deus existisse, não haveria sofrimento, nem tanta dor para a humanidade.

Não posso pensar que exista um Deus que permita todas estas coisas.



O cliente calou-se pensando, e não quis responder para evitar uma

discussão. Ao terminar o corte de cabelo, o cliente saiu do estabelecimento e viu um homem com a barba e o cabelo comprido. Então voltou e entrou novamente na barbearia e disse ao barbeiro:



- Sabe uma coisa?

Os barbeiros não existem.



- Como? Se aqui estou eu. Disse o barbeiro



- Não…! diz o cliente, não existem, se existissem não haveria pessoas

com o pelos e barba tão grandes como a de esse homem.

- Os barbeiros existem,

essas pessoas é que não vem a mim.

Exato…! disse o cliente. Esse é o ponto.

Deus existe, o que se passa é que as pessoas não vão até Ele, não O procuram, por isso há tanta dor e miséria.

O galinho está de volta!!! preparem a região lombar arcoirizada

Não existe rubro-negro saudável neste mundo que não tenha vibrado com a contratação do Zico. A empolgação desmedida que se seguiu ao anúncio da contratação do século é natural. Teve mesmo neguinho e branquinho que já mandou bordar a sétima estrela no Manto e geral tá sabendo que não é assim que a banda toca. Mas tenho certeza de que logo que a poeira baixar o rubro-negrismo racional voltará a prevalecer.
E como todo mundo tem me pedido enfaticamente pra arrumar um tempinho pra falar mal da presidenta vou aproveitar a ocasião pra fazer exatamente o contrário. Vou é parabenizar o golaço. O Flamengo deu um passo importante demais rumo a um futuro menos perrengado, estruturalmente falando, pra se perder tempo com cornetadas sem sentido.
Digo pra vocês que o aspecto mais interessante, positivo, memorável e exemplar da contratação do século foi o sigilo sob o qual ela se desenrolou. Não teve fofoquinha na imprensa, nem notinha de gato-mestre dando a dica. O cadeado tava blindado e o bom resultado da negociação feita na moita deveria servir de parâmetro para as próximas contratações e renovações de contrato do nosso elenco. Decididamente jornal e internet não são os melhores lugares pra isso.
Outro ponto positivo dessa contratação impactante foi que depois de muitos e muitos anos o Flamengo investe em alguma coisa que não seja um jogador. Pele primeira vez em séculos alguém com poder suficiente se dignou a olhar dois passos à frente e ao invés de resolver o perrengue imediato contratando um técnico, dois atacantes, um zagueiro e 3 volantes preferiu tomar as providências para se adequar ao futuro.
Não se iludam com as aparências, Zico não veio dar um jeito no time do Flamengo. O Brasileiro 2010 não é uma prioridade. Zico é um investimento na estrutura do Flamengo, tão importante e vital quanto o nosso ônibus maneiríssimo ou o nosso acanhado Centro de Treinamento no Ninho do Urubu. CT cujo término de suas obras paroquiais é uma das exigências contratuais do Galinho para continuar a frente do futebol rubro-negro. O cara já chegou abalando.
Espero que as raras críticas que já surgiram contra essa contratação não sejam mais do que os efeitos da conhecida síndrome da vontade incontrolável de aparecer. Porque quando o Flamengo consegue um reforço dessa categoria é hora do clube inteiro se colocar à disposição para ajudar. Zico, que pelo que fez dentro de campo se tornou um marco temporal na história flamenga, tem diante de si uma missão tão ou mais difícil do que levar o Flamengo a vencer o campeonato mundial. Para manter o mesmo padrão de realizações da sua carreira de jogador Zico vai ter que levar o Flamengo do século XIX ao século XXI. E isso, sozinho, nem ele vai conseguir.
Todo o apoio ao Galinho